Somos todos iguais, ditos normais ou especiais

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Especiais somos todos nós

quarta-feira, 7 de março de 2012

QUESTÃO DE GOSTO



Frente em defesa das pessoas com deficiência planeja ações para 2012











Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência se reúne na terça-feira (6) para discutir a adesão de novos parlamentares, a construção do plano de atividades para este ano e a participação do colegiado na Reatech 2012 (feira direcionada para as pessoas com deficiência). Esta será a primeira reunião da frente após o início da sessão legislativa.
Para a presidente do grupo, deputada Rosinha da Adefal (PTdoB-AL), “o papel da frente é lutar pela inclusão da pessoa com deficiência na sociedade, além de acompanhar todos os projetos de lei que tramitam na Câmara e no Senado de interesse deste segmento”. Outro objetivo para 2012, segundo Rosinha, é fortalecer o plano “Viver sem Limites”, que vai investir até R$ 7,6 bilhões em educação, saúde e acessibilidade na área até 2014.
A reunião será realizada amanhã (6), às 17 horas, no Plenário 09.

Fundo poderá financiar capacitação de pessoa com deficiência

A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) aprovou nesta terça-feira  projeto da senadora Lídice da Mata (PSB-BA) que cria o Fundo Nacional de Apoio à Pessoa com Deficiência, destinado a financiar a qualificação desse segmento da população, para melhor participação no mercado de trabalho. A matéria vai à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde será votada em caráter terminativo.

O projeto (PLS 587/2011) também prevê a criação de um cadastro de instituições de formação e capacitação de pessoas com deficiência. Estabelece ainda que terão prioridade de financiamento treinamentos dirigidos aos setores do mercado de trabalho com dificuldades de cumprir cotas de contratação de pessoas com deficiência.

A autora argumenta que as cotas, previstas na legislação trabalhista, não estariam sendo respeitadas em razão da falta de trabalhadores profissionalmente capacitados.

Lídice da Mata sugere como fontes de recursos para o fundo dotações do Orçamento da União; contribuições, doações e empréstimos de entidades públicas e privadas, nacionais ou internacionais; e recursos oriundos de multas trabalhistas pelo descumprimento da lei (Lei 8.213/1991) que trata das cotas de pessoas com deficiência nas empresas.

relatório favorável do senador Magno Malta (PR-ES) foi apresentado na reunião desta terça-feira pelo relator Lauro Antonio (PR-SE). O presidente da CDH, senador Paulo Paim (PT-RS), saudou a aprovação da matéria.

segunda-feira, 5 de março de 2012



Amigo é coisa para se guardar Debaixo de sete chaves Dentro do coração Assim falava a canção que na América ouvi Mas quem cantava chorou Ao ver o seu amigo partir Mas quem ficou, no pensamento voou Com seu canto que o outro lembrou E quem voou, no pensamento ficou Com a lembrança que o outro cantou Amigo é coisa para se guardar No lado esquerdo do peito Mesmo que o tempo e a distância digam "não" Mesmo esquecendo a canção O que importa é ouvir A voz que vem do coração Pois seja o que vier, venha o que vier Qualquer dia, amigo, eu volto A te encontrar Qualquer dia, amigo, a gente vai se encontrar.
PRA VOCÊ AMIGA ALEXSANDRA


Quem cativa um amigo Conquista um grande tesouro Pois amigo bom é fiel Compara-se ao puro ouro O ouro é testado no fogo Para revelar sua pureza E o amigo verdadeiro Faz da vida uma beleza Oh!Que beleza é a vida Quando um amigo se tem O seu sorriso encoraja E dá alento a quem não tem A vida tem mais alegria O sol mais brilho e calor Se o amigo está conosco Nos faz forte até na dor Dor, dores, angústia Que em toda vida sempre tem Se faz mais leve o fardo Se o amigo nos vem Vem que com alegria te espero Se tu mandas avisar Sinto alegria de véspera Que bom um amigo encontrar!

AOS AMIGOS A ASSOCIAÇÃO CARAJÁS

Você é Muito Especial

Existe um momento em nossa vida, que despertamos para o mundo, como se tivessemos num sonho adormecido. E buscamos dentro de nós uma força tão grande, uma expectativa esperançosa de ver nossos sonhos realizados. É um momento só nosso, um momento de carência, de solidão e uma vontade louca de encontrar alguém que se perdeu no tempo, mas que se encontra presente no atual presente. Observe-se, valorize o que você tem de bom para oferecer, ouça alguém que tem algo importante a lhe dizer, porque você é a pessoa mais especial desse mundo. Algumas vezes, falamos para nós mesmos que não sabemos o significado da palavra amor, mas podemos senti-lo. Podemos valorizar este sentimento por cada carícia, por cada gesto meigo, por cada bem praticado. Se existe alguém especial, esse alguém é você. Pois você está acima do mal. Muitas vezes, o bem e o mal estão dentro de nós, de você mesmo. O mais importante é que você saiba eliminar este mal, agindo de maneira consciente, sendo útil, fazendo o bem para si mesmo e para as outras pessoas. Portanto, o amor que você sente, você deve dividi-lo em quatro partes: o amor a Deus, o amor ao próximo, o amor aos seus parentes e amigos que sempre estiveram ao seu lado e o amor a si próprio. Agindo assim, com essa capacidade de amar, você estará fazendo a sua história, estará escrevendo nas páginas do livro da vida; que só você; saberá o final. Porque você... é muito especial!

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

EU VOU VOLTAR EM BREVE, DIZ MARCONI

O Sr. Marconi de Araujo, fundador em abril estará voltando pra Tucuruí Ele sta em tratamento em Mnaus, mas agora esta em fase final do tratamento.

Chegou até a fazer hemodialise, mas graças a DEUS esta curado e agora aguarda sua volta a cidade que tanto ama.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

UM HERÓI CHAMADO JACK


Minhas amigas, meus amigos,leitores
Antes de mais nada, quero dizer
que é com alegria que me encontro aqui hoje. Uma espécie de alegria que eu
talvez possa definir como uma alegria densa. Porque este é, para mim, um
momento de emoção, felicidade e compromisso.
Sinto-me
realmente honrado por ter sido escolhido, pela ASSOCIAÇÃO CARAJAS DE PORTDORES
DE DEFIICIENCIA para falar sobre UM HEROI de nossos tempos, seu nome: WURENER
JAK FERREIRA FERRO ou simplesmente JACK.
O Sr. JACK foi fundador
juntamente com outros e coordenador geral da A.C.P.D, mas ele foi mais que
isso, ele foi um exemplo de dignidade, amizade, bondade, gentileza e altruísmo.
O Sr. Jack dedicou dos seus 42
anos de vida 21 a luta pelos direitos das pessoas com deficiência de nosso
município e região. Lutador incansável, não mediu esforços na luta em prol dos
menos afortunados.
DIIGNIDADE: uma vida de caráter
ilibado e ações correntes com as responsabilidades que se propôs a assumir.
AMIZADE nunca desprezou seus
amigos em suas necessidades, mas sempre esteve presente. Tinha paixão pelos
amigos e amava aqueles que o aborreciam.
BONDADE: não sabia dizer para
aqueles de dele precisam, era uma mão sempre estendida e braços abertos para
acolher o seu povo.
GENTILEZA: homem gentil, de
falar suave e palavras que confortava nas horas de angustia.
ALTRUISMO: dedicou toda sua
vida pra fazer o bem ao próximo, mesmo em detrimento de sua própria saúde.
LUTADOR: quando coordenador
geral da ACPD lutou por acessibilidade nos transportes, prédios, vias publicas
e instituições afins. Lutou para que fosse respeitado o direito ao atendimento
prioritário as pessoas com deficiência.
Um momento novo está acontecendo
na história de Tucuruí – quando, pela primeira vez, uma entidade se levantou em
defesa dos direitos dos portadores de deficiência e na sua coordenação estava o
JACK.
A história de Tucuruí se divide
em duas, antes e depois da ACPD. Antes e depois do JACK.

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ACESSIBILIDADE UM TEMA MUITO DISCUTIDO NA ATUALIDADE


Muito discutido na atualidade é o tema de acessibilidade aos cadeirantes. A Lei n 19/12/2000, nos traz os aspectos gerais sobre a regulamentação do direito de transição as pessoas com necessidades, como a porcentagem de vagas de estacionamentos em locais públicos e privados, 2%, o número de sanitários adaptados, entre outros.


Vários discursos de defesa chegam até nós, sejam eles políticos, informativos ou de cunho social, a questão é: criar vagas nos estacionamentos, implantar rebaixamento nas calçadas, significa que há um respeito às limitações físicas de pessoas com deficiência? Ou, é mais uma questão de distanciamento entre teoria e prática?


Pensamos que, a conquista pela garantia de um espaço social onde não haja exclusão a essas pessoas foi, em partes, contemplada. É comum encontrarmos vagas em estacionamentos de supermercados, bancos e avenidas, assim como declives na estrutura de prédios e instalações. O que nos intriga é a conscientização da sociedade de que estes "lugares" devem ser respeitados e resguardados a quem realmente necessita deles.


Talvez a maioria ainda vê o deficiente físico com uma visão piedosa e não respeitosa, como o devia ser. O que falta, nestes casos, é colocar-se no lugar destes indivíduos e conhecer a real rotina destas pessoas.


Visto que isso ajudaria, inclusive, no caso de nos tornar-mos vítimas desta mesma realidade, o que está sujeito a todos nós, já que vivemos em uma sociedade violenta, com altos índices de acidentes no trânsito e crescentes registros de atentados armados.


Como conhecimento de causa, conversamos com um jovem cadeirante, que foi vitima de acidente de motocicleta e teve de adaptar-se a uma nova vida. Atualmente, suas limitações estão conciliadas com a vida social de um rapaz de 24 anos, que está no mercado de trabalho, cursa uma faculdade e tem uma vida social ativa. Mas para conseguir esta realidade, nosso amigo teve que brigar pelo respeito e reconhecimento de seu lugar na sociedade.


O que identificamos, foi que apesar de haverem espaços físicos adequados a cadeirantes, os mesmos nem sempre são respeitados. De acordo com o relato, seria comum chegar a um banco, e encontrar seu "lugar reservado" ocupado por um carro de alguém que talvez estivesse apressado demais para dispensar aquela vaga e estacionar um pouco a frente. O mesmo acontecia nas entradas com declives, comum estarem bloqueadas por objetos e/ou pessoas por simples descuido ou desconsideração.


A alternativa encontrada por nosso amigo, foi recorrer a um meio de comunicação local e apelar para que suas vagas asseguradas pela lei fossem também asseguradas pela sociedade. Foi necessário expor-se, mais do que já o é um indivíduo com necessidades, e novamente "lutar" por seu lugar ao sol, para mostrar aos habitantes daquela cidade, que nela há cadeirantes que precisam utilizar das vagas, destinadas a eles, irônico isso.


A questão levantada é preocupante. O indivíduo se encontra em situação especial, luta todos os dias com os fantasmas das desigualdades e das limitações, e quando, o que infelizmente não se aplica a todos os casos, se torna forte o suficiente para levar em frente uma vida social ativa, tem ainda que impor-se, para fazer valer as leis que o beneficiam.


Em resumo, há a lei, há a consciência delas e até mesmo o reconhecimento e o apreço por estes indivíduos. O que falta é tornar prático o discurso de acessibilidade como direito a todos os seres humanos.